Superávit na balança comercial registra recorde

Balança comercial

Superávit na balança comercial registra recorde – O preço das exportações aumentou 2,7% na comparação
mensal com a contribuição do aumento de preços de algumas commodities, em especial minério de ferro.
No caso das importações, a liderança no volume importado coube aos bens de capital.

O indicador mensal de Comércio Exterior (ICOMEX), elaborado pelo Instituto Brasileiro de
Economia (IBRE) registrou aumento de 15,1% no volume exportado e de 18% no volume importado, na
comparação entre os meses de setembro de 2016 e 2017. Destaca-se nesta comparação o crescimento
de 94,5% do volume exportado do setor de agropecuária, superando as variações registradas nos meses
anteriores entre 2016/17.

O preço das exportações aumentou 2,7% na comparação mensal com a contribuição do aumento de preços
de algumas commodities, em especial minério de ferro. No caso das importações, a liderança
no volume importado coube aos bens de capital. O índice do volume importado de bens de capital
(FBCF) que havia crescido 5,3% na comparação entre agosto de 2016/2017, voltou a registrar
aumento de 71,5% (setembro 2016/17) após quedas superiores a 30% nos meses de junho e julho.

Já o índice de preços das importações manteve a sua trajetória de queda e recuou 3,5% entre os meses
de setembro de 2016/17. O indicador aponta ainda um aumento da dependência das exportações brasileiras em relação ao mercado chinês. A participação da China nas exportações brasileiras supera a da América Latina, União
Europeia e Estados Unidos.

O superávit da balança comercial acumulado no ano até setembro foi de US$ 53,3 bilhões, o que supera o recorde anterior de US$ 48 bilhões registrado em 2016.

“Contribui para esse superávit, a recuperação dos preços das commodities iniciada em 2016 e o crescimento do comércio mundial em 2017. No entanto, para 2017 dois fatores deverão levar a uma redução no superávit comercial. Primeiro, segundo projeção do Fundo Monetário Internacional, após ter aumentado 17,4% (preço do petróleo) e 7,1% (preços de outras commodities, exceto petróleo), os preços das commodities deverão desacelerar em 2018, petróleo recuo de 0,2% e as outras commodities, aumento de 0,5%. Segundo, a perspectiva de um crescimento brasileiro entre 2,5% e 3% levará a um aumento das importações”, destaca a pesquisadora do IBRE, Lia Valls.

Este é o ano do comércio exterior para o Brasil. Para quem busca aprimoramento no setor, a IBE Conveniada FGV de Campinas abriu matrículas para o MBA em Gestão Empresarial com ênfase em Comex.

Fonte: FGV Notícias

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