Cartão De Crédito
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Professor de Economia da IBE Conveniada FGV diz que o melhor é buscar crédito mais barato do que usar o rotativo do cartão

As mudanças nas regras para o uso do rotativo do cartão de crédito começaram dia 3 de abril. Diferente do que ocorria antes, quem optar por pagar o valor mínimo da fatura não poderá fazer essa opção por vários meses consecutivos. Os bancos terão de oferecer uma opção de pagamento, ainda que parcelada, com juros abaixo dos usados no cartão. Com taxas menores, o valor final pago pelos consumidores ao fim do parcelamento acaba ficando mais baixo do que seriam com juros rotativos.

O professor de Economia da IBE Conveniada FGV, João Mantoan, aponta que a nova regra deve proteger o consumidor. No final, o valor da dívida será menor. Porém, ainda assim é uma opção cara e deve ser evitada.

Procure crédito mais barato

Para quem está endividado ou precisando de dinheiro rápido, Mantoan faz um alerta. “É melhor buscar crédito mais barato do que usar o rotativo do cartão, mesmo com as mudanças. O consignado, por exemplo, oferece juros bem menores”, destaca. O professor ainda indica que as instituições financeiras oferecem vantagens para quem deseja ‘limpar o nome’, fazer a compra de equipamentos ou liquidar dívidas.

Planeje-se

Outra recomendação é planejar o orçamento doméstico. “A velha lista das receitas e despesas nunca foi tão necessária quanto agora”, afirma. É preciso cortar os gastos para não ultrapassar os ganhos. “Por isso, saber onde está sendo gasto cada centavo é fundamental”, ensina o especialista.

A nova determinação foi criada pelo Banco Central para coibir o uso do rotativo e obrigar os bancos a oferecer uma solução de parcelamento para o cartão de crédito com juros mais baratos. A taxa de juro do rotativo encerrou 2016 em 484,6% ao ano, de acordo com o BC, considerando a média de todas as instituições financeiras.

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