Uma pesquisa feita pela consultoria Pricewaterhouse Coopers, com 4000 jovens de 65 países, traçou um retrato da geração de profissionais nascidos de 1980 a 2000.

Chama a atenção, em particular, o fato de 70% dos entrevistados afirmarem ter aberto mão de alguma expectativa para conquistar o atual emprego. Quais expectativas seriam essas? Como elas foram concebidas e em que realidade se baseiam? Uma razão talvez seja o desejo que essa geração sente de equilibrar vida pessoal e trabalho, uma perspectiva que acaba sendo frustrada pelo ritmo frenético do trabalho atual. Outra projeção comum é a da carreira rápida; a pesquisa mostra que 52% dos entrevistados definem como principal razão para ficar num emprego a possibilidade de progredir de forma rápida na carreira.

Segundo o professor da FGV, Luiz Carlos Cabrera, é estimulante saber que a maioria dos profissionais considera a possibilidade de poder acelerar seu desenvolvimento pessoal o fator mais importante na escolha do lugar para trabalhar. “Esse desejo é que os fará lutar para crescer. Que esse propósito também permita a eles planejar os próximos passos e se preparar para enfrentar o difícil momento” aponta Cabrera.

Fonte: FGV Eaesp

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