Liderança

Gestão Transformadora: os impactos da crise no processo de gestão – O gestor deve trabalhar e querer o bem estar das pessoas. Vivemos um momento complexo, de incertezas, de recessão, de crise financeira e econômica. Porém, a crise gera oportunidades.

Naturalmente, as pessoas estão preocupadas e inseguras. Afinal, diversas empresas buscam reduzir custos por meio de rescisão de contrato de trabalho. Nesse cenário, como podemos manter as pessoas genuinamente comprometidas e motivadas? Como induzi-las a alcançar os objetivos traçados e levar a organização a melhores resultados? Qual o papel do gestor nesse cenário?

A gestão é um exercício que carece de constante aprimoramento de competências, habilidades e autoconhecimento. Para obter resultado, o gestor precisa entender como o seu estilo de liderança interfere na organização e no desempenho da equipe.

A busca angustiante por aplicar técnicas de engajamento para obter resultado depende, exclusivamente, da forma como cada gestor atua na gestão de pessoas. Para que o gestor tenha uma equipe engajada e com foco no resultado, ele precisa desenvolver uma atitude positiva com as pessoas: a confiança.

Manter uma atitude de confiança com outras pessoas implica correr o risco de ser desapontado, o que, por sua vez, requer habilidades importantes: o autoconhecimento e o humanitarismo. A ausência do autoconhecimento leva o gestor a atuar de maneira emocionada, e pessoas emocionadas perdem a razão.

O exercício da liderança exige conscientização quanto aos efeitos colaterais de comportamentos e atitudes. É preciso inspirar confiança e gerar novas atitudes. Valorize o humanitarismo. O gestor deve trabalhar e querer o bem estar das pessoas, precisa incentivar, auxiliar e respeitar as pessoas para que elas possam ousar, assumir riscos, engajar-se, e afins.

A relação de confiança faz com que as pessoas produzam resultado positivo, se preocupem umas com as outras e, por consequência, ajam de forma íntegra e responsável.

Logo, cabe ao gestor parar de gerenciar coisas técnicas e passar a orientar e desenvolver as pessoas. Lembre-se: não trate pessoas como coisas. Treinar as pessoas e cobrá-las não resolve – é necessário intervir nas relações, estar junto, isso é construir confiança e obter resultados.

Fonte: Mundo RH

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