Forbes Under 30: 5 ensinamentos da lista para o mundo dos negócios

Forbes Under 30: 5 ensinamentos da lista para o mundo dos negócios

 

No último dia de 2021, foi divulgada a lista Forbes Under 30, que traz os nomes dos brasileiros mais relevantes até 30 anos de idade. Agora, já quase 1 mês após sua publicação, podemos traçar uma análise dos nomes presentes e levantar 5 ensinamentos cabíveis ao mundo dos negócios.

Entre os nomes selecionados pela publicação, temos figuras públicas como o humorista Carlinhos Maia, o ex-BBB e contratado da Globo Gil do Vigor, a atleta Rebeca Andrade e os músicos João Gomes e Marina Sena.

As categorias da seleção são as seguintes: Arte (artes plásticas e literatura); Artes dramáticas (cinema, teatro e televisão); Ciência e educação; Design, arquitetura e urbanismo; Esportes; Finanças e venture capital; Gastronomia; Indústria (inclui infraestrutura e logística); Marketing e publicidade; Moda; Música; Tecnologia e inovação; Terceiro setor e empreendedorismo social; Varejo e e-commerce; e Web (e-sports entram nessa categoria).

Segundo o site oficial da Forbes, cada candidato é avaliado segundo uma série de critérios e métricas objetivas e subjetivas, como faturamento, criatividade, ineditismo, benefícios sociais reais e projetados, número de pessoas impactadas e potencial de transformação no setor, no mercado, na comunidade, no país e no mundo.

Nossos professores analisaram a lista e trouxeram pontos de atenção para empresas:

  • ESG hoje, amanhã e provavelmente, sempre.

Não é de hoje que essa sigla é ouvida e debatida entre executivos. Esse acrônimo que significa Environmental, social and corporate governance, fala muito sobre a responsabilidade social no dia a dia das empresas.

Por isso vemos indicados no setor de Ciência e educação com enfoque em campanhas de crescimento social e acessibilidade.

  • Potencial futuro x situação atual.

Uma avaliação de potencial perfeita é o sonho de qualquer investidor. Por isso, olhar como uma revista de sucesso faz essa seleção pode nos ajudar a entender o mercado e projetar dados otimistas.

A Forbes avaliou seus escolhidos não só através daquilo que representam hoje, mas também o que podem trazer no futuro: seja através do capital intelectual da pessoa em questão, ou através do tipo de inovação que ela traz em seu setor.

Vejamos o ex-BBB Gil do Vigor, por exemplo, que ganhou notoriedade não só pelo seu carisma e sinceridade, mas também pela dedicação e carreira acadêmica. Resultado que vem trazendo bastante atenção ao economista e o colocou na lista.

  • Grandes ecossistemas voltando sua atenção para produção pessoal.

Já há, a algum tempo, a tendência de humanizar plataformas e serviços. Vemos marcas de impacto como Magalu e Samsung apostando em atendentes virtuais personificadas. Porém, em contrapartida, vemos grandes ecossistemas suportando e valorizando criadores de conteúdo.

Afinal, muito da experiência do cliente está ligada à interação e como ele se sente ligado a uma marca. Por isso, vemos na lista, na categoria de Marketing & Publicidade, destaque para publicitários que criaram canais para influenciadores, sobretudo grupos que não tinham grande visibilidade.

É o caso de Levis Novaes, diretor de estratégia e um dos fundadores da Mooc, ou Movimento Observador Criativo. A agência e produtora audiovisual surgiu em 2015 como um coletivo de criadores negros e hoje trabalha com marcas globais como Meta, TikTok e Coca-Cola.

  • Tecnologia a serviço do bem-estar social.

O ambiente de trabalho foi considerado um lugar hostil por muitos ao longo de suas carreiras e jornadas, porém vemos um movimento crescente pós anos 2000 de tornar nossos empregos mais leves e o ambiente mais propicio ao crescimento e desenvolvimento pessoal.

Por isso a categoria de Inovação e Tecnologia premia sobretudo como a tecnologia pode ser utilizada para desenvolvimento e bem-estar social. A categoria premiou Rafaela Frankenthal, Giovanna Sasso e Natalie Zarzur, que lançaram a SafeSpace, startup que oferece uma plataforma de denúncia de casos de assédio, discriminação e fraudes no trabalho.

  • E-commerce, sim, mais uma vez.

Os métodos de compra online estão cada vez mais sendo a escolha primária do público, sobretudo nesse tempo de pandemia. Segundo um estudo da gestora Canuma Capital, no ano passado, as vendas online atingiram R$ 260 bilhões, um avanço de R$ 160 bilhões em relação ao registrado em 2019, antes da pandemia.

Portando, não é surpresa ver destaques nos setores de vendas online e criadores de empresas que buscam mais integração com plataformas de redes sociais.

O mundo digital é agora

Ao olhar a lista vemos que o principal foco é a integração do ambiente digital, redes sociais e e-commerce para montar estratégias e soluções que pensam no consumidor e facilitem o processo para ele.

Ao trazer influenciadores, ou uma pessoa que represente suas vendas e ao facilitar o serviço de compras fazendo com que o consumidor não precise sair de casa para ser atendido, criamos uma combinação poderosa, que vem trazendo resultados tanto para os envolvidos, quanto para as empresas e ecossistemas que os auxiliam.

Fique atento às tendências e procure sempre estar aprendendo práticas, técnicas e metodologias que possam aprimorar sua carreira, sua competências e o sucesso do seu negócio!

 

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