Escolas da FGV lideram o ranking nacional do MEC

A primeira colocada geral do país foi a Escola de Economia de São Paulo (FGV/EESP). Completam o pódio a Escola Brasileira de Economia e Finanças (FGV/EPGE), em segundo, e a Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas (FGV/EBAPE), na terceira colocação.

A Fundação Getulio Vargas ocupa os primeiros lugares do ranking nacional do Índice Geral de Cursos (IGC) de 2014, do Ministério da Educação (MEC). O resultado foi divulgado na última sexta-feira, dia 18 de dezembro.

A primeira colocada geral do país foi a Escola de Economia de São Paulo (FGV/EESP). Completam o pódio a FGV/ EPGE – Escola Brasileira de Economia e Finanças, em segundo, e a Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas (FGV/EBAPE), na terceira colocação. A Escola de Ciências Sociais (FGV/CPDOC) também obteve o conceito máximo, o IGC 5, ocupando o oitavo lugar geral entre as mais de 2000 instituições de ensino superior avaliadas.

Os cursos da Escola êde Administração de Empresas de São Paulo (FGV/ EAESP), da Escola de Direito de São Paulo (FGV Direito SP) e da Escola de Direito do Rio de Janeiro (FGV Direito Rio) também foram considerados de excelência, com nota 4. Para entrar nessa lista, a instituição precisa chegar à faixa 4 ou 5 do IGC, que vai de 1 a 5.

Pós-graduação pode render salários melhores

Além de liderar o ranking do MEC, a FGV é reconhecida nacional e internacionalmente pelos destacados cursos de pós-graduação e especialização. Um dos fatores dos brasileiros continuarem estudando após conquistarem o diploma de garduação, está ligado aos benefícios em cargos e salários.

Em uma crise econômica, entretanto, não há garantias. Mas certos fatores podem contribuir para preservar o seu emprego, e até render um salário melhor.

pós-graduação é uma dessas apostas. De acordo com a nova edição de uma pesquisa anual da consultoria Produtive, profissionais que pararam na graduação tiveram um tímido aumento na remuneração entre 2014 e 2015.

Em um ano, a média salarial desse grupo cresceu apenas 4,6%. Enquanto isso, profissionais com uma pós-graduação lato sensu tiveram um reajuste 12,4%. Já quem fez mais de uma especialização viu sua contrapartida financeira aumentar em 14,6%.

Na tabela a seguir, veja a comparação entre títulos e salários de acordo com a pesquisa, que ouviu aproximadamente 400 executivos brasileiros entre 2014 e 2015:

Diploma Média salarial em 2014 (R$) Média salarial em 2015 (R$) Aumento salarial entre 2014 e 2015
Somente graduação 5.812 6.096 4,6%
Uma pós-graduação (lato sensu) 9.306 10.620 12,4%
Mais de uma pós-graduação (lato sensu) 12.801 14.989 14,6%
Mestrado e/ou doutorado 13.804 17.561 21,4%

Dito isso, valem três ponderações. A primeira é que uma pós-graduação stricto sensu voltada a temas excessivamente teóricos e distantes do mercado não costuma ser tão valorizada no mundo corporativo. Segundo Souto, os mestrados profissionais, por exemplo, costumam ser preferidos pelos empregadores.

Outra consideração diz respeito ao momento em que o incremento salarial pode acontecer. “Geralmente, as empresas não dão um aumento imediato ao funcionário”, diz ele. “Existe um tempo de observação, em que você precisará mostrar na prática o impacto da qualificação no seu trabalho”.

Souto também lembra que títulos acadêmicos – por melhores que sejam – não dispensam a necessidade de experiência profissional.

Fonte: FGV Notícias e Portal EXAME

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