Prof Sust

A educação para sustentabilidade forma cidadãos e profissionais melhores, segundo o professor da IBE Conveniada FGV, Luiz Fernando de Araújo Bueno, diretor de sustentabilidade do CIESP Campinas.

Para ele, se o conjunto de valores destas pessoas incluem aspectos éticos e morais, transparência e respeito, por exemplo, elas terão essa base para se tornarem bons cidadãos. “Uma pessoa que tem alicerce na educação para a sustentabilidade é uma boa pessoa para se ter na organização”, afirma.

Respeitar os símbolos nacionais é, sem dúvida, uma ação típica de pessoas do bem. “Mas é preciso ir além. Ter em seu DNA o respeito ao próximo, à liderança, à diversidade, à cultura organizacional é essencial para definir o tipo de profissional que você é”.

De acordo com especialistas, a formação do caráter vai até os sete anos de idade. “Depois, acontece o que se vê no Brasil e nas empresas: cidadãos e profissionais descomprometidos com a ética”.

Na visão de Bueno, a educação para a sustentabilidade é firmada em valores que dizem respeito à ética, transparência, respeito à diversidade e à busca de empresas de boa governança corporativa. Por isso, quando uma pessoa recebe a formação adequada, desde criança, ela vai crescer pensando no bem comum, “no ganha-ganha”.

Profissionais do tipo “custe o que custar” precisam fazer uma autoavaliação. Em Angola para uma semana de aulas, Bueno conta que uma aluna assinou por engano uma lista de presença referente à aula anterior. “Eu passei novamente porque havia extraviado. Quando expliquei, a aluna riscou seu nome. Motivo? “Tinha faltado e não queria ficar com a presença injustamente. Igual aqui no Brasil…”.

Bandeira

No Brasil, comemora-se o Dia da Bandeira todos os anos em 19 de novembro, data da instituição da bandeira nacional republicana, no ano de 1889.

A Lei 5.700/71, inclusive, define as ações de desrespeito ao símbolo nacional e determina a violação aos seus preceitos como contravenção.

A lei prevê apenas uma exceção com base no Decreto Lei 898/69, que institui como crime, destruir ou ultrajar a bandeira, emblemas ou símbolos nacionais, quando expostos em lugar público. A pena é de dois a quatro anos de prisão.

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