Direito Sp China

Debate sobre relações geoeconômicas entre Brasil e China acontece em SP

Do século XX para o século XXI, importantes mudanças foram observadas nas relações econômicas globais.

O Núcleo de Direito Global e Desenvolvimento da Escola de Direito de São Paulo (FGV Direito SP) promove nesta terça-feira, dia 12 de março, às 14h, o encontro “O Papel da China na Nova Geoeconomia: contextos e instrumentos jurídicos”, com a presença de Henrique Choer Moraes, professor do Instituto Rio Branco e diplomata de carreira que atua na Secretaria de Planejamento Diplomático do Ministério das Relações Exteriores; Michael Ewing-Chow, professor adjunto na Faculdade de Direito da Universidade Nacional de Cingapura; e Verônica Prates, consultora de relações governamentais e especialista em comércio internacional da Consultoria BMJ.

O encontro, que será na sede da escola (Rua Rocha, 233, Bela Vista, São Paulo/SP), faz parte da pesquisa “Direito e relações econômicas entre Brasil e China: evidências empíricas em contraste”,  que está em andamento e conta com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo – Fapesp (Modalidade de financiamento: Auxílio à Pesquisa – Regular).

Do século XX para o século XXI, importantes mudanças foram observadas nas relações econômicas globais. Por um lado, houve um intenso adensamento das regras do sistema liberal por meio de acordos e organismos internacionais que formou o coro das tendências regulatórias. Por outro, uma radical desestabilização deste sistema levou à fragmentação do sistema então vigente e uma proliferação de outras estruturas regulatórias, tanto globais como nacionais.

Nesse contexto, a China tem sido um dos principais elementos mobilizadores dessas mudanças regulatórias. “A ascensão da economia chinesa tem gerado ruídos políticos no Norte Global e colocado o Sul Global em atenção. Pesquisas têm buscado entender tanto o fenômeno chinês de forma ampla como os detalhes dos novos arranjos jurídicos e econômicos, públicos e privados, impulsionados pela China ou apresentados como reação à China e suas estruturas econômicas”, explica Michelle Ratton Sanchez Badin, professora da pós-graduação em Direito e Desenvolvimento da FGV Direito SP e coordenadora da pesquisa.

O debate será realizado considerando as opiniões pessoais de cada participante. Nenhuma posição institucional será oferecida nesse debate. Para mais informações, acesse aqui.

Fonte: FGV Notícias

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