Confiança Empresarial cresce e atinge maior nível desde julho de 2014

Confiança Empresarial cresce e atinge maior nível desde julho de 2014 – O Índice de Confiança Empresarial (ICE)
consolida os índices de confiança dos quatro setores cobertos pelas sondagens empresariais produzidas pelo
FGV IBRE: Indústria, Serviços, Comércio e Construção.

 Índice de Confiança Empresarial (ICE) do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (IBRE)
avançou 2,6 pontos em outubro, para 90,3 pontos, o maior nível desde julho de 2014 (91,3 pontos).

“A recuperação da confiança empresarial ganhou consistência nos últimos meses com o avanço mais expressivo
dos indicadores da situação atual, refletindo uma migração de respostas desfavoráveis para as que denotam
um quadro de normalidade. Em relação ao futuro, o pessimismo começa a dar lugar a um otimismo moderado,
exemplificado pelo comportamento do indicador de emprego, que registra, pela primeira vez desde novembro
de 2014, mais empresas prevendo aumento que redução do total de pessoal ocupado nos meses seguintes”,
afirma Aloisio Campelo Jr., Superintendente de Estatísticas Públicas do IBRE.

O Índice de Confiança Empresarial (ICE) consolida os índices de confiança dos quatro setores cobertos pelas
sondagens empresariais produzidas pelo FGV IBRE: Indústria, Serviços, Comércio e Construção.

Em outubro, o Índice de Situação Atual (ISA-E) avançou mais que o Índice de Expectativas (IE-E) pelo terceiro
mês seguido, reduzindo a distância entre os dois indicadores para 10,9 pontos. O ISA-E avançou 2,6 pontos,
para 86,1 pontos, o maior desde dezembro de 2014 (86,8). O IE-E subiu 1,5 ponto, para 97,0, o maior nível
desde março de 2014 (97,2).

A confiança avançou em todos os setores no mês. A maior contribuição para a alta do ICE foi dada pela
Indústria (0,9 ponto) e pelo Setor de Serviços (0,9 ponto), seguidos pelo Comércio (0,7 ponto) e pela
Construção (0,1 ponto).

O indicador de ímpeto de contratações avançou 1,8 ponto percentual (sem padronização) em outubro,
alcançando 101,8 pontos, sinalizando haver mais empresas prevendo aumento que redução do quadro de
pessoal nos próximos meses, algo que não ocorria desde novembro de 2014. A maior contribuição para a
alta na margem foi dada pelo Comércio (1,0 ponto), seguida por Serviços (0,7 ponto) e pela Construção
(0,2 ponto). No mês, a Indústria contribuiu negativamente com 0,1 ponto.

Fonte: FGV Notícias

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