IGP-M Varia 0,58% Na 1ª Prévia De Maio

Confiança de Serviços indica discreta melhora na percepção das empresas – As previsões para a demanda nos próximos três meses exerceram a maior contribuição para a alta do IE-S em agosto. O indicador de demanda prevista avançou 1,0 ponto, para 86,8 pontos. Entre os indicadores que compõem o ISA-S, a maior influência negativa veio do que mede o volume de demanda atual, que recuou 0,3 ponto, para 78,5 pontos.

O Índice de Confiança de Serviços (ICS) da Fundação Getulio Vargas avançou 0,3 ponto em agosto, para 83,2 pontos.  Após a segunda alta consecutiva, o índice recuperou apenas metade da perda de 2,8 pontos observada em junho.

“A discreta melhora na percepção das empresas de serviços em agosto voltou a se sustentar nas expectativas, enquanto as avaliações correntes não apontam sinal consistente de recuperação. A redução observada em agosto no indicador de emprego previsto, que há três meses vinha sinalizando melhora, reforça o cenário de um processo lento de retomada do ritmo de atividade do setor”, avalia Silvio Sales, consultor do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (IBRE).

Houve alta da confiança em sete das 13 principais atividades pesquisadas. O desempenho ligeiramente positivo de agosto foi resultado da combinação de melhora das expectativas com piora da situação atual. O Índice de Expectativas (IE-S) subiu 0,9 ponto, enquanto o Índice da Situação Atual (ISA-S) recuou 0,3 ponto.

As previsões para a demanda nos próximos três meses exerceram a maior contribuição para a alta do IE-S em agosto. O indicador de demanda prevista avançou 1,0 ponto, para 86,8 pontos. Entre os indicadores que compõem o ISA-S, a maior influência negativa veio do que mede o volume de demanda atual, que recuou 0,3 ponto, para 78,5 pontos.

O NUCI do setor de serviços registrou estabilidade em agosto, permanecendo em 82,1%, após ter atingido seu menor nível histórico em junho (81,5%).

Política versus Confiança

Mensalmente, um quesito da Sondagem procura identificar os fatores que estão limitando a melhora do ambiente de negócios. Neste quesito, é reservado um espaço para que as empresas descrevam fatores que considerem importantes e que não estejam listados entre as opções de resposta oferecidas no questionário.

Há um certo consenso de que o cenário instável em relação ao ambiente político vem aumentando a incerteza e retardando as decisões de investimento e consumo dos agentes econômicos.

“É razoável supor que a continuidade da diminuição da tensão no ambiente político venha a contribuir para a manutenção do sinal positivo no índice de confiança nos próximos meses”, comenta Silvio Sales.

A edição de agosto de 2017 coletou informações de 2034 empresas entre os dias 01 e 25 deste mês. A próxima divulgação da Sondagem de Serviços ocorrerá em 29 de setembro de 2017.

Fonte: FGV Notícias

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