Como investir sem entender de finanças

Descubra como ser bem sucedido em um investimento sem correr o risco de perder tudo

Nem tudo está perdido para aqueles que não possuem conhecimentos de finanças, mas desejam investir seu dinheiro. Moisés Spritzer, coordenador do curso de finanças IBE Conveniada FGV, dá algumas dicas muito úteis para aqueles que querem fazer um investimento, mas não sabem por onde começar. Confira!

Para até 6 meses de investimento: Poupança

A Poupança é uma das aplicações financeiras mais tradicionais e antigas no mercado. É considerada um tipo de aplicação simples, que oferece segurança e transformou-se no investimento mais conhecido pelos brasileiros. Spritzer aconselha como sendo um investimento ideal de pequeno prazo.

“Recomendo fortemente para quem quer fazer um investimento de até 6 meses, a poupança popular. Na verdade é um investimento seguro, de fácil aplicação, não paga Imposto de Renda, e você vai buscar alguma taxa equivalente a, hoje em dia, 6% ao ano, é mais ou menos igual à inflação”, declara o especialista.

Entre 7 e 36 meses de investimento: Tesouro Direto

O Tesouro Direto é composto por títulos públicos emitidos pelo governo federal. O objetivo da emissão desses títulos é acumular o suficiente para pagar e financiar atividades como educação, saúde e infraestrutura. Sendo assim, uma pessoa que adquire um título público está, na realidade, emprestando dinheiro ao governo.

“Esses títulos são livres de riscos. Se buscar aplicar no governo é capaz de encontrar rendimento de 12%, 13% ao ano. Se resgatar o dinheiro em um período de 18 meses, por exemplo, vai pagar 15% de IR e receber, líquido, 10,5%, 11% ao ano. Esse investimento é muito seguro e também propicia um ganho acima da inflação”.

Investimento de longo prazo: Ações

“Para quem quer investimento de longo prazo, recomendo fortemente pensar em, por exemplo, ações”, completa Spritzer. Para investir em ações, entretanto, o especialista salienta a importância da busca por conhecimentos financeiros básicos, que podem ser encontrados em seu livro “A bolsa no bolso” e também no curso de curta duração de Analista de Finanças IBE Conveniada FGV.

A realidade é uma só: nada substitui a boa e velha educação financeira. Isso porque, mesmo que se arrisque investir em uma poupança ou em títulos, é necessário saber que tudo varia de acordo com seu perfil pessoal, com o tempo estimado do investimento e com as habilidades mínimas exigidas pela prática de investimento em ações, por exemplo. Buscar conhecimento, portanto, nunca é demais e pode trazer muitos benefícios para a vida financeira.

Analista FGV 036

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