Burnout: professora fala sobre saúde mental nas empresas

A professora Ligia Molina da IBE Conveniada FGV colaborou em matéria especial da revista Exame. O conteúdo focado em saúde mental e sobretudo a “síndrome Burnout” é parte de uma série de publicações a respeito do cuidado com esses assuntos no ambiente de trabalho.

Veja um trecho da matéria:

O ano de 2020 foi conturbado e trouxe muitos desafios a todos os setores da sociedade, tanto na esfera individual quanto nos meios coletivos. Ansiedade e depressão são palavras mais comuns no ambiente corporativo (e na vida pessoal) hoje em dia do que há anos, cenário que foi agravado durante a pandemia. Companhias em todo mundo têm registrado quedas de produtividade e lucros devido à ansiedade e depressão de seus colaboradores.

De acordo com uma pesquisa feita pela Mastercard, 62% dos brasileiros passaram a se preocupar mais com sua saúde mental, enquanto 58% acreditam que cuidar da saúde se tornou essencial. A pandemia trouxe uma nova realidade para a área de recursos humanos, mudando a maneira como as equipes interagem e trabalham.

Burnout: saúde mental

Não há um consenso sobre a definição de burnout. Numa tradução livre, o termo quer dizer “queimar até o fim”, estando relacionado a uma estafa física e mental por excesso de trabalho.  Outras síndromes como ansiedade e depressão também estão, muitas vezes, relacionadas ao ambiente de trabalho. “Um ano conturbado como esse causa muita ansiedade, estresse e até mesmo depressão. Os gestores precisam manter contato próximo com suas equipes, para entender o que estão passando e como ajudar e promover motivação”, afirma Ligia Molina, professora da FGV .

O texto completo pode ser acessado aqui.

 

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