Pessoas

3 tendências de gerenciamento de pessoas que irão impactar o ambiente de trabalho em 2017 – Quais são as prováveis tendências principais de gestão em 2017? O TINYpulse, uma empresa de engajamento de funcionários, recentemente analisou milhares de respostas de uma pesquisa realizada com empregados e apresentou uma série de previsões para o próximo ano. Além das predições não tão inesperadas assim, envolvendo o aumento da flexibilidade e dos acordos de telecomutação (uma avaliação precisa, sem dúvida), separei as três previsões que mais me chamaram atenção.

Feedback, feedback, feedback.

O feedback sempre foi algo importante – e agora há poucas desculpas para não o fornecer. “A nossa pesquisa mostrou que o feedback contínuo desempenha um papel crítico na definição da experiência de trabalho de um funcionário”, observou o relatório do TINYpulse – com os dados mostrando a correlação entre um amplo feedback e como os empregados se sentiam mais valorizados e dispostos ao gerenciamento. Em outra pesquisa que recentemente escrevi sobre o assunto, cerca de 65% dos empregados sentiam que não estavam recebendo feedbacks suficientes, uma estatística inteiramente consistente com a minha própria experiência de gestão. Desse modo, o feedback sempre foi – muito – importante e os empregados millennials esperam ainda mais por ele que as gerações anteriores. O feedback também se tornou algo mais fácil de se fornecer. Algo que notei nos quatro anos desde que abandonei o mundo corporativo, é a profusão de produtos, aplicativos, dispositivos, etc., projetados para ajudar os gerentes a gerarem feedback. Embora eu não esteja no ramo de revisão de produtos específicos, direi que qualquer coisa que mova o ponteiro do feedback na direção certa (ou seja, proporcionando mais feedback), é algo positivo.

Os gerentes intermediários ganharão mais a atenção que merecem.

O relatório discute o poder do gerente intermediário, a pesquisa mostra que 53% dos empregados querem o seu próprio gerente direto envolvido nas atividades de engajamento de funcionários. Realmente. Não querendo ser rude, mas os gerentes intermediários são uma espécie de cavalos de carga do mundo da gestão: muito sobrecarregados e cronicamente desvalorizados. No entanto, são inquestionavelmente valiosos para o sucesso das suas empresas. Como uma das minhas citações favoritas diz, “Pessoas abandonam gerentes, não empresas”. Quanto mais as organizações apreciarem esse simples fato, auxiliando os gerentes intermediários com as habilidades e os recursos necessários, melhor elas se sairão.

A demanda por desenvolvimento de liderança irá crescer.

O relatório apresenta uma combinação de estatísticas que demonstram lacunas significativas nessa área: 56% dos executivos relataram que as suas companhias “não estão prontas para suprir a necessidade de liderança” – enquanto apenas 7% das empresas do relatório “aceleraram os seus programas para os millennials”. Novamente, essa situação se encaixa com a minha percepção de longa data que o desenvolvimento do profissional é altamente valorizado ao passo que é, igualmente, negligenciado. O relatório conclui que, “Organizações precisam começar a preencher as lacunas de liderança, identificando quais millennials possuem potencial para assumirem posições de gerenciamento, visando evitar qualquer transição brusca, como por exemplo, os baby boomers simplesmente passando o bastão para os millennials como um revezamento de liderança”.

Gerenciamento de sucesso é uma longa corrida que requer muita resistência.

Em 2017, focar em áreas como o melhoramento do feedback e desenvolvimento dos gerentes intermediários e líderes, são táticas de longo prazo que irão impulsionar as capacidades de gerenciamento de pessoas das empresas que as adotarem.

Este artigo foi escrito por Victor Lipman da Forbes, legalmente licenciado pela rede NewsCred Publisher.

Fonte: Content Loop BR

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