Metas audaciosas, excepcionais e sustentáveis: a razão orienta, mas a emoção movimenta

Quem nunca precisou vender o que as pessoas não querem comprar, acredita em metas empresariais racionais e factíveis. Quando existe um mercado, uma demanda, e onde os cenários possam ser analisados sobre os paradigmas do status quo, otimista e pessimista, a racionalidade serve e pode prestar. Mas quando você vende um produto ou serviço que não tem mercado, pois a demanda dependerá exclusivamente do poder de sua oferta de vendas, da qualidade ousada de sua força comercial, o factível tem pouco valor, e ao contrário serve apenas para acovardar e justificar a impossibilidade.

Metas precisam ser audaciosas, extraordinárias e sustentáveis. Sustentabilidade não é factibilidade. Representa o fator da determinação humana e da superação dentro de padrões éticos. Mas não há o factível quando tratamos do até então considerado impossível.

Imagine quem vendeu os primeiros aparelhos de fax, as primeiras garrafas de Coca Cola, os jeans quando ainda não passavam de lona, as sementes híbridas de milho por Antônio Secundino de São José, ou anúncios em Yellow Pages, onde demanda nunca foi referência e sim um exército e o que contava era ousadia, garra, gestão e força de vendas. Nada existiria se apenas a racionalidade do factível determinasse o império da alma humana.

Fonte: Exame

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