Índice de sondagem da Indústria sinaliza recuo em março

índice de sondagem da indústria

A prévia da Sondagem da Indústria de março de 2020 sinaliza recuo de 3,2 pontos do Índice de Confiança da Indústria (ICI) em relação ao número final de fevereiro, para 98,2 pontos. Esse mês seria o primeiro resultado negativo depois de quatro altas na margem e seis em médias móveis trimestrais.

A queda da confiança em março decorreria da piora da percepção dos empresários tanto em relação à situação atual quanto aos próximos três e seis meses. O Índice de Expectativas caiu 4,1 pontos, para 97,7 pontos, enquanto o Índice de Situação Atual recuou 2,1 pontos, para 98,8 pontos.

O resultado preliminar de março indica redução de 1,1 ponto percentual do Nível de Utilização da Capacidade Instalada da Indústria (NUCI), para 75,1%, o mesmo valor dezembro de 2019.

O estudo completo está disponívle no site.

Índice de preços
Índice de preços

Índice: IGP-M avança para 0,99% na 2ª prévia de março de 2020

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) variou 0,99% no segundo decêndio de março de 2020. No segundo decêndio de fevereiro, este índice não apresentou variação.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) passou de -0,15% no segundo decêndio de fevereiro para 1,41% no segundo decêndio de março. Na análise por estágios de processamento, os preços dos Bens Finais subiram 0,97% em março, após cair 1,18% em fevereiro. A maior contribuição para este resultado partiu do subgrupo alimentos processados, cuja taxa passou de -3,29% para 1,47%.

O índice referente a Bens Intermediários variou -0,03% no segundo decêndio de março, ante -0,12% no mesmo período de fevereiro. O destaque coube ao subgrupo matérias e componentes para a manufatura, cuja taxa passou de 0,49% para 1,45%.

A taxa do grupo Matérias-Primas Brutas foi de 0,92% no segundo decêndio de fevereiro para 3,45% em igual período em março. Contribuíram para o movimento do grupo os seguintes itens: soja (em grão) (-3,34% para 3,50%), bovinos (-2,23% para 4,11%) e café (em grão) (-7,33% para 8,34%). Em sentido oposto, destacam-se os itens milho (em grão) (4,63% para 3,02%), mandioca (aipim) (5,49% para 1,88%) e leite in natura (3,48% para 1,94%).

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) variou 0,04% no segundo decêndio de março, ante 0,25% no mesmo período de coleta de fevereiro. Cinco das oito classes de despesa componentes do índice registraram decréscimo em suas taxas de variação: Educação, Leitura e Recreação (1,44% para -1,04%), Transportes (0,15% para -0,01%), Despesas Diversas (0,16% para -0,04%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,41% para 0,33%) e Habitação (-0,08% para -0,13%). Nestas classes de despesa, os maiores recuos foram observados nas taxas dos itens: passagem aérea (4,95% para -11,24%), gasolina (-0,42% para -0,95%), tarifa postal (6,80% para 3,57%), artigos de higiene e cuidado pessoal (0,69% para 0,32%) e eletrodomésticos e equipamentos (-0,15% para -0,38%).

Em contrapartida, três classes de despesa apresentaram acréscimo em suas taxas de variação: Alimentação (0,25% para 0,63%), Vestuário (-0,31% para -0,11%) e Comunicação (0,04% para 0,08%). Nestes grupos, as maiores influências partiram dos seguintes itens: carnes bovinas (-4,38% para -0,33%), roupas (-0,35% para -0,12%) e tarifa de telefone residencial (0,28% para 0,77%).

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) variou 0,37% no segundo decêndio de março. No mês anterior, o índice foi 0,44%. Os três grupos componentes do INCC registraram as seguintes variações na passagem do segundo decêndio de fevereiro para o segundo decêndio de março: Materiais e Equipamentos (0,86% para 0,37%), Serviços (1,02% para 0,15%) e Mão de Obra (0,06% para 0,40%).

O estudo completo está disponível no site.

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Resultados anteriores:

 

Fonte: FGV

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